Iara eu
Iara eu te amo
Iara eu te amo muito
Iara eu te amo muito mais
Iara eu te amo muito mais agora
Iara eu te amo muito mais agora é tarde
Iara eu te amo muito mais agora é tarde eu vou
Iara eu te amo muito mais agora é tarde eu vou dormir
Iara eu te amo muito mais agora é tarde eu vou
Iara eu te amo muito mais agora é tarde
Iara eu te amo muito mais agora
Iara eu te amo muito mais
Iara eu te amo muito
Iara eu te amo
Iara eu
Walter Franco
Disco: Revolver
sexta-feira, 25 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Ímpar ou Ímpar
pouco rimo tanto com faz
rimo logo ando com quando
mirando menos com mais
rimo rimas miras rimos
como se todos rimássemos
como se todos nós ríssemos
se amar rimar fosse fácil
vida coisa pra ser dita
como é fita esse fado que me mata
mal o digo já meu siso se conflita
com a cisma que infinita me dilata
Estrela Leminski, sobre poema de Pulo Leminski
Disco: Moira Maísa Moura
rimo logo ando com quando
mirando menos com mais
rimo rimas miras rimos
como se todos rimássemos
como se todos nós ríssemos
se amar rimar fosse fácil
vida coisa pra ser dita
como é fita esse fado que me mata
mal o digo já meu siso se conflita
com a cisma que infinita me dilata
Estrela Leminski, sobre poema de Pulo Leminski
Disco: Moira Maísa Moura
Mortal Loucura
na oração que desterra
a terra
quer deus que a quem está o cuidado
dado
pregue que a vida é emprestado
estado
mistérios mil que desenterra
enterra
quem não cuida de si que é terra
erra
que o alto rei por afamado
amado
é quem lhe assiste ao desvelado
lado
da morte ao ar não desaferra
aferra
quem do mundo a mortal loucura
cura
a vontade de deus sagrada
agrada
firmar lhe a vida em atadura
dura
ó voz zelosa que dobrada
brada
já sei que a flor da formosura
usura
será no fim dessa jornada
nada.
Zé Miguel Wisnik, sobre poema de gregório de matos.
Disco: Moira Maísa Moura
a terra
quer deus que a quem está o cuidado
dado
pregue que a vida é emprestado
estado
mistérios mil que desenterra
enterra
quem não cuida de si que é terra
erra
que o alto rei por afamado
amado
é quem lhe assiste ao desvelado
lado
da morte ao ar não desaferra
aferra
quem do mundo a mortal loucura
cura
a vontade de deus sagrada
agrada
firmar lhe a vida em atadura
dura
ó voz zelosa que dobrada
brada
já sei que a flor da formosura
usura
será no fim dessa jornada
nada.
Zé Miguel Wisnik, sobre poema de gregório de matos.
Disco: Moira Maísa Moura
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Evapora
Vou dar um tempo de tudo
Como se fosse possível
Se separar do mundo
Se afastar de fato
Abstrair o tédio
E vai fechar o tempo
Não vai ter remédio
Para cada suspiro ou segundo que passo
Impávido, intrépido
E ele passa sem dó
De novo na sala tem pó
Cada um é um só
Passou vira pó
Evapora
O tempo é a ponte
Entre lembrança e demora
Meu tempo é agora
Vou dar um tempo ao tempo
Olhar de fora pra dentro
Vivendo no sempre
Á frente no espaço
Vou duvidar desse tempo
A cada momento
E ele passa sem dó
De novo na sala tem pó
Cada um é um só
Passou vira pó
Evapora.
Letra: Estrela Leminski
Música: Natalia Mallo
Como se fosse possível
Se separar do mundo
Se afastar de fato
Abstrair o tédio
E vai fechar o tempo
Não vai ter remédio
Para cada suspiro ou segundo que passo
Impávido, intrépido
E ele passa sem dó
De novo na sala tem pó
Cada um é um só
Passou vira pó
Evapora
O tempo é a ponte
Entre lembrança e demora
Meu tempo é agora
Vou dar um tempo ao tempo
Olhar de fora pra dentro
Vivendo no sempre
Á frente no espaço
Vou duvidar desse tempo
A cada momento
E ele passa sem dó
De novo na sala tem pó
Cada um é um só
Passou vira pó
Evapora.
Letra: Estrela Leminski
Música: Natalia Mallo
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Origem
Ori
Gem
Ori
Xá
Ori
Milá
Ori
Caracaxá
Ori
Minha cabeça
Ori
Meu coração
Ori
Da minha vida
Ori
Da emoção
André Abujamra
(Disco: Mafaro)
Gem
Ori
Xá
Ori
Milá
Ori
Caracaxá
Ori
Minha cabeça
Ori
Meu coração
Ori
Da minha vida
Ori
Da emoção
André Abujamra
(Disco: Mafaro)
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